Painel com plantas arquitetônicas e dispositivos digitais para regularização de imóveis em São Paulo

Regularização de Imóveis em SP.

Seu imóvel em São Paulo ainda não está todo certo na documentação? Pois saiba que você não está sozinho. Segundo estimativas recentes, cerca de 60% dos imóveis no Brasil têm algum tipo de irregularidade, sendo a ausência de escritura uma das situações mais comuns e preocupantes, o que dificulta financiamentos, vendas e transmite insegurança jurídica para milhões de famílias (dados sobre irregularidades dos imóveis no Brasil). Mas há caminhos e soluções. Este guia mostra caminhos claros para quem deseja colocar seu imóvel em ordem, entender a legislação vigente, evitar problemas e até valorizar seu patrimônio. E, ao longo da jornada, mostro também como a Avante Arquitetura e Regularização de Imóveis pode ajudar a simplificar tudo.

Por que a regularização faz diferença na vida do proprietário?

Talvez você já tenha ouvido aquela história do vizinho que não conseguia vender a casa, ou da tia que amargou meses para conseguir um empréstimo bancário pelo imóvel. Eram casos de imóveis irregulares. Muitas pessoas não imaginam o quanto regularizar faz diferença até realmente precisar fazer uma transação ou apresentar documentos oficiais.

  • Segurança jurídica: só quem já teve problemas entende o valor de dormir tranquilo.
  • Acesso a financiamento: bancos exigem toda a documentação em ordem.
  • Valorização: imóveis regularizados podem atingir até 30% a mais de valor de mercado.
  • Evita dores de cabeça em heranças: tudo registrado, sem brigas ou surpresas.
  • Participação em programas sociais: direito a benefícios e programas oficiais, como o Reurb.

Regularizar não é só burocracia. É abrir portas e fechar possíveis problemas. E, pasme, em muitos casos o processo ficou mais barato e acessível em São Paulo com as novas leis.

Documentos e projetos de regularização sobre uma mesa O que significa regularizar um imóvel?

Parece básico, mas nem todo mundo sabe definir. Regularizar um imóvel vai além de obter a escritura. Envolve colocar toda a situação jurídica, tributária e urbanística do imóvel conforme as normas da Prefeitura e da legislação urbana. É garantir que o que foi construído está autorizado, registrado e reconhecido por órgãos públicos.

Irregularidades mais comuns

  • Ausência de escritura definitiva
  • Construção não averbada no cartório de registro de imóveis
  • Imóvel fora do zoneamento permitido
  • Desmembramentos ou anexações sem autorização
  • Divergências nos documentos (matrícula, carnê IPTU, plantas)

Em todos esses casos, o imóvel pode até estar habitado há anos, mas na prática, não está regular diante da lei.

Legislação e programas em são paulo

Não faltam iniciativas e programas novos para destravar regularizações na cidade e no estado.

Lei de regularização de edificações (lei 17.202/2019)

Conhecida também como Lei de Anistia de Imóveis em São Paulo, ela representa um grande divisor de águas. Em 2019, a Prefeitura de São Paulo implementou normas mais flexíveis para legalizar imóveis construídos fora das regras, desde que atendessem critérios urbanos e ambientais mínimos. Em 2024, o prazo foi prorrogado até 31 de dezembro de 2024. No total, mais de 212 mil imóveis foram regularizados desde 2019 — mais que o dobro da lei anterior (números oficiais da Prefeitura de SP).

Esses dados mostram claramente:

Cada vez mais, regularizar virou regra — não exceção.

O papel do Reurb

O Reurb (Regularização Fundiária Urbana) é um programa federal e estadual pensado para regularizar áreas informais e transformar moradias irregulares em propriedades com título legal. Ele também envolve revisão de zoneamento, infraestrutura e condições de habitação. Muita gente que antes só poderia “vender de boca” hoje já pode, graças ao Reurb, financiar, transferir ou registrar em nome dos herdeiros, como mostra o relato sobre a entrega de dezenas de milhares de títulos pelo Governo de SP.

Redução dos custos cartoriais

No passado, regularizar um imóvel era caro. Recentemente, um projeto estadual reduziu em 90% as custas cartoriais. Antes, os custos podiam chegar a R$2.317; agora, em muitos casos, caíram para R$192. A meta era beneficiar especialmente quem adquiriu imóveis de órgãos públicos ou loteadores e nunca conseguiu colocar tudo em ordem (veja mais sobre a redução dos custos no Estado).

Cartório de registro de imóveis com filas e atendimento Principais documentos para regularizar um imóvel

Aqui muita gente trava. A lista pode variar conforme o caso, mas há um núcleo básico sempre presente:

  1. Documento de propriedade ou posse (contrato de compra e venda, herança, cessão de direitos)
  2. Matrícula do imóvel atualizada, do cartório de registro
  3. Planta baixa e croqui do imóvel, assinados por profissional
  4. Habite-se (auto de conclusão da obra, emitido pela Prefeitura)
  5. Certidões negativas de débito do IPTU e outros impostos
  6. Comprovante de endereço
  7. RG e CPF dos proprietários
  8. Licenciamento ambiental (em áreas protegidas ou próximas)

Alguns processos exigem ainda laudo técnico de engenheiro, ART/RRT, fotos do imóvel e, em muitos casos, trâmites cartoriais ou audiências públicas. É fundamental consultar um profissional ou plataforma confiável, como a própria Avante Arquitetura e Regularização de Imóveis, que ajuda a montar o dossiê personalizado para cada situação.

Passo a passo da regularização em são paulo

Para quem nunca enfrentou o processo, pode parecer assustador. Mas, em geral, segue um roteiro logicamente sequencial. Vou destrinchar em etapas. Cada uma tem suas nuances, mas tentar simplificar é o caminho.

  1. Análise detalhada da situação Veja a real situação do imóvel. Confrontar o que está registrado (matrícula) com o que existe fisicamente (obra, anexos extras, ampliações) e com o que informa a prefeitura (IPTU). Talvez valha uma consulta prévia junto à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL).
  2. Reunião dos documentos Hora do checklist: de contratos antigos a plantas e comprovantes. Muitos travam aqui, mas plataformas especializadas agilizam muito, inclusive com opções de assinatura eletrônica e contratos gerados online, como na Avante.
  3. Contratação de profissional habilitado Engenheiro ou arquiteto com registro ativo. Ele fará a planta, laudo de regularização ou o projeto “as built” (o que foi realmente erguido), além de assinar o laudo de responsabilidade técnica. Cuidado com improvisos.
  4. Protocolo junto à Prefeitura e órgãos competentes Documentos entregues, protocolo gerado. Processos podem ser eletrônicos ou no balcão físico — escolha depende do caso e do tamanho do imóvel.
  5. Análise e eventuais exigências O órgão competente pode pedir alterações, laudos extras ou atualização de informações. Importante acompanhar de perto e responder rápido. Plataformas online ajudam a checar o andamento.
  6. Inspeção in loco (quando solicitada) Agentes municipais visitam a edificação para comparar documentos e o que está de fato ali. Se não houver divergências, segue-se para o próximo estágio.
  7. Pagamento das taxas e eventuais multas Toda regularização tem taxas públicas — normalmente proporcionais à metragem, número de unidades e tempo de irregularidade existindo. Após o pagamento, vem a expedição do documento.
  8. Expedição de Auto de Regularização e atualização da matrícula Com a regularização feita, retira-se o Auto de Regularização, averbando depois o novo status do imóvel no cartório de registro de imóveis.

Quanto maior o imóvel e quanto mais antiga a irregularidade, maiores as chances de haver exigências extras. Por isso, contar com um acompanhamento técnico faz toda a diferença no tempo e no estresse.

Consequências de não regularizar

Parece exagero, mas os problemas vão bem além das multas. Propriedades irregulares são verdadeiros “imóveis emprestados” segundo alguns especialistas, pois podem ser desapropriadas, leiloadas, demolidas, ou interditadas em situações de disputa ou interesse público.

No fim, o maior risco é perder tudo o que construiu.

  • Perda de negociações: imóveis irregulares têm menor valor e liquidez
  • Dificuldades de financiamento e empréstimo
  • Impossibilidade de vender legalmente
  • Multas crescentes e restrições urbanísticas
  • Impedimento em processos de herança
  • Desvalorização e insegurança jurídica

Além disso, como já citado no início, boa parte dos problemas familiares ou de negócios decorrem de questões mal resolvidas nos registros imobiliários. E a regularização pode ser o único caminho para evitar danos concretos.

Regularização, desenvolvimento urbano e sustentabilidade

Urbanistas sempre insistem: regularizar imóveis é também investir em melhorias urbanas. Quando o poder público sabe o que existe e onde, consegue planejar melhor iluminação, saneamento, trânsito e equipamentos sociais. Além disso, a regularização de áreas ambientalmente sensíveis ajuda a proteger zonas de mananciais e controlar ocupações de risco.

De certa forma, coletivamente, regularizar impacta toda a cidade. Cada imóvel legalizado puxa a vizinhança para cima, aumenta a arrecadação e valoriza toda a região. O ciclo é virtuoso, se muitos participam. Isso fica evidente nos dados da prefeitura de São Paulo, com recorde de pedidos na plataforma virtual de regularização desde 2021, reflexo de uma cidade em busca de mais segurança jurídica, organização e planejamento.

Bairro residencial valorizado após regularização Quanto custa regularizar um imóvel em são paulo?

Essa é uma das perguntas mais repetidas, mas a resposta não é única. O custo depende de:

  • Tamanho do imóvel
  • Tempo da irregularidade
  • Taxas municipais e cartoriais
  • Multas por desrespeito à legislação
  • Gastos com técnicos e documentação

Com as novas regras, muita coisa ficou mais acessível. Como já mencionei, os custos cartoriais em muitos casos caíram de mais de R$2.000 para R$192. O restante — taxas municipais, eventuais multas e serviços técnicos — pode variar de alguns poucos milhares a valores mais expressivos para grandes imóveis ou situações muito irregulares. No entanto, sair da ilegalidade tende a ser muito mais barato do que perder o imóvel, sofrer processos ou amargar desvalorização permanente.

Casos práticos: quem regularizou e mudou de vida

Exemplo 1: regularização e venda facilitada

Luciana vivia há anos numa casa herdada dos avós, nunca regularizada. Ao tentar vender, esbarrou em dezenas de restrições. O possível comprador, sem garantia legal, desistiu. Luciana então buscou ajuda para levantar a documentação — levou 6 meses, investiu cerca de R$5.000 (incluindo multas atrasadas) e, após a regularização, vendeu a casa em menos de dois meses pelo dobro do valor negociado inicialmente.

Exemplo 2: acesso ao crédito

Maurício precisava de empréstimo para montar o próprio negócio e oferecer o imóvel em garantia, mas estava irregular. Após regularizar, conseguiu o crédito, abriu seu salão de beleza e manteve o imóvel valorizando a cada ano.

Regularização não é custo. É investimento.

Exemplo 3: herança sem conflitos

A família de Dona Vera discutia há anos a partilha do imóvel dos pais. Como não havia regularização, nenhum dos herdeiros sentia-se seguro. Após reunir documentos e acertar débitos, puderam registrar em nome de todos legalmente, evitando disputas, processos e mágoas.

Dúvidas comuns e receios

Para muitos, o tema é confuso. Algumas perguntas aparecem em 99% das conversas:

  • Preciso contratar advogado? Na maioria dos casos, um arquiteto ou engenheiro habilitado basta. Advogado é útil em disputas judiciais, partilhas complicadas ou inventários.
  • Imóveis antigos (anteriores a 1976) têm regras mais flexíveis? Via de regra sim, mas depende de cumprimento de requisitos mínimos sanitários e urbanísticos.
  • Posso regularizar imóveis em áreas de proteção? Depende. Muitas vezes precisa de estudo ambiental e aprovação de órgãos como CETESB ou IBAMA.

Em plataformas integradas como a Avante, é possível tirar muitas das dúvidas com vídeos, consultoria online e atendimento personalizado — economizando tempo e paciência.

Plataforma online de regularização de imóveis em uso por arquitetos Conclusão: regularizar é garantir futuro seguro e valorização

Ter um imóvel regularizado não é mais sonho distante ou luxo. É necessidade básica. Em São Paulo, com leis recentes e desburocratização do processo, nunca esteve tão acessível. Quem adere conquista tranquilidade, liquidez e valoriza cada centavo investido ao longo dos anos.

Mesmo que fique tentador adiar esse passo por conta de custos, burocracias ou desinformação, regularizar o imóvel é o jeito mais responsável de proteger sua família e seu patrimônio. Plataformas como a Avante Arquitetura e Regularização de Imóveis estão aí para descomplicar, organizar os documentos e dar suporte personalizado em cada fase.

Deixar imóvel irregular é opção; viver seguro, valorizado e preparado é decisão.

Então, aproveite o momento e conheça melhor a Avante Arquitetura e Regularização de Imóveis. Faça parte de uma geração que olha para o futuro sem medo, contando com tecnologia, praticidade e todo amparo legal. Seu lar agradece.

Perguntas frequentes sobre regularização de imóveis em são paulo

O que é regularização de imóveis em SP?

É o processo pelo qual o imóvel é colocado em conformidade com as normas legais, seja no aspecto urbanístico, ambiental ou junto ao Cartório de Registro de Imóveis e órgãos da Prefeitura. Inclui a confirmação da propriedade, aprovação do projeto, obtenção de habite-se e averbação das alterações feitas na edificação. Somente após esse processo o bem está apto para financiamentos, vendas, transferências e uso pleno.

Como regularizar um imóvel antigo em SP?

Imóveis antigos costumam ter regras diferenciadas, principalmente os construídos antes de 1976 ou 1988. O roteiro básico é:

  • Reunir documentos de posse/propriedade e plantas, mesmo antigos
  • Contratar profissional habilitado para atualizar plantas e laudo técnico
  • Protocolar o pedido de regularização junto à Prefeitura, baseando-se nas leis vigentes (como a Lei de Anistia)
  • Atender eventuais exigências da prefeitura
  • Após aprovação, regularizar junto ao cartório

O processo é menos rigoroso em relação a recuos, vagas e dimensões, mas exige comprovar segurança do imóvel. Muitas vezes a Avante pode acompanhar todo o trâmite para agilizar.

Quanto custa regularizar imóvel na prefeitura?

Os custos variam conforme o tamanho, localização, tempo de irregularidade e eventuais multas. Em média, atualmente:

  • Custas cartoriais: aproximadamente R$192 (com desconto pela lei estadual)
  • Taxas da prefeitura: podem variar de R$400 a alguns milhares dependendo do tipo
  • Honorários técnicos (arquiteto/engenheiro): a partir de R$1.000, podendo ser mais para imóveis grandes ou complexos
  • Possíveis multas: dependem do tempo da irregularidade e tipo de edificação

Se desejar simular, a Avante pode gerar um orçamento personalizado com base no caso real.

Quais documentos preciso para regularizar imóvel?

Geralmente, você precisará desses documentos:

  • Contrato de compra e venda ou documento de posse/propriedade
  • Matrícula do imóvel atualizada
  • Planta baixa assinada por engenheiro/arquiteto
  • Auto de conclusão ou habite-se (se houver)
  • Certidões negativas de débitos municipais
  • Comprovante de endereço
  • Documentos pessoais (RG, CPF)
  • ART/RRT (anotação de responsabilidade técnica)

Vale a pena regularizar imóvel em São Paulo?

Sim, sem dúvidas. Além da tranquilidade jurídica, há ganho de valor de mercado, possibilidade de vender sem restrições, financiar e evitar transtornos sérios (multas, embargo, conflitos familiares). Com leis mais modernas e custos acessíveis, a regularização é um passo recomendado para todos que querem proteger seu patrimônio e planejar o futuro.

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Ilustração de certidão de regularidade fiscal ao lado de imóvel urbano e ícones digitais

Como Emitir Certidão de Regularidade Fiscal para Imóveis

Quando pensei em empreender no setor imobiliário, percebi que a burocracia era um dos maiores desafios para proprietários e profissionais. Eu mesmo já senti na pele aquela incerteza diante da lista de documentos exigidos para qualquer movimentação de imóvel. Entre eles, a certidão de regularidade fiscal se destaca como um dos mais solicitados e, por incrível que pareça, um dos mais incompreendidos. Por isso, quero detalhar neste artigo tudo o que aprendi sobre o tema, incluindo o porquê dessa certidão ser tão relevante, como obtê-la sem dor de cabeça e como ela se encaixa em processos comuns do mercado imobiliário. O que é a certidão de regularidade fiscal para imóveis? Em minhas pesquisas e vivências, descobri que a certidão de regularidade fiscal (muitas vezes chamada de CND, ou Certidão Negativa de Débitos) é um documento oficial emitido por órgãos como a Receita Federal. Ela serve para provar que o proprietário ou o imóvel em questão está em dia com suas obrigações fiscais, sejam elas ligadas a tributos federais, contribuições previdenciárias, FGTS ou outros encargos relacionados ao imóvel. Para mim, a definição mais objetiva é: Certidão de regularidade fiscal é a comprovação formal de ausência de pendências junto ao Fisco, sendo requisito básico para qualquer operação formal com imóveis. Ainda vejo muita confusão entre os termos. Inclusive, já presenciei clientes confundindo certidão de regularidade fiscal com certidões relacionadas à prefeitura. Elas são documentos diferentes, com finalidades distintas. Quem precisar aprofundar, deixo o guia de documentação de prefeitura que escrevi sobre o tema. Por que a certidão de regularidade fiscal é importante? Já perdi a conta de quantas vezes precisei apresentar a certidão para fechar uma negociação, realizar financiamentos ou concluir uma regularização imobiliária. 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Positiva com efeitos de negativa: Indicada quando há pendência, mas já garantida, parcelada ou com exigibilidade suspensa. Tem o mesmo efeito da negativa para fins legais. Positiva: Aponta a existência de débitos sem qualquer garantia ou recurso vigente. Na maioria dos procedimentos de regularização de imóveis, bancos e órgãos públicos aceitam a negativa ou a positiva com efeitos de negativa. A positiva, por outro lado, pode ser um grande obstáculo. Como emitir a certidão de regularidade fiscal: o passo a passo detalhado Eu mesmo já emiti diversas vezes e, embora o processo seja simples, ele exige atenção em cada etapa para evitar retrabalho: Acesso ao site adequado: O ponto de partida é acessar a área correta no site da Receita Federal, mais especificamente a seção destinada à emissão de certidões, como a área de certidões. Ali estão disponíveis todos os tipos, inclusive a de regularidade fiscal de pessoas físicas, jurídicas e imóveis. Escolha do tipo de certidão: Se você busca a regularidade da pessoa ou do imóvel, selecione conforme sua necessidade. Para fins imobiliários, normalmente, a relacionada ao imóvel ou pessoa jurídica vinculada é a exigida. Preenchimento de dados: Informe CPF, CNPJ ou número do imóvel, conforme requerido pelo sistema. Verifique sempre se os dados foram digitados corretamente, pois qualquer erro trava a emissão. Análise automática: O próprio sistema irá fazer a verificação dos dados e das pendências fiscais. Se tudo estiver certo, a certidão já estará pronta para download em PDF, e pode ser impressa ou enviada eletronicamente. Verificação do prazo de validade: Veja sempre a data de validade indicada na certidão, pois ela é variável (em média, costuma ser de 30 dias). Se o sistema apontar problemas, o próprio ambiente online trará orientações. Em casos de bloqueio, oriento procurar o contador de confiança ou a unidade da Receita Federal mais próxima. 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